“Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.”
“Traga as flores, vamos enfeitar jardins. Traga as estrelas, vamos iluminar os céus. Traga o perfume, vamos dar um novo cheiro a esse ar, que exala tristeza aos quatro cantos da cidade. Traga o bem, vamos colocá-lo para habitar nas palavras. Traga o sol, vamos colocá-lo debaixo das pontes, dos viadutos, nas esquinas. Traga a pureza, colocaremos em cada mente atordoada. Traga a paz, vamos usá-la nas mãos, nos toques. Traga a boa nova, vamos colocá-la nas almas cansadas, nas lágrimas da solidão. Vamos enfeitar as ruas com o amor, que as luzes da cidade serão a esperança. Brilhe as vossas almas, resplandecente serão os vossos risos. Fogo ardente, consumidor, estará nos ventos mantendo a vontade de viver acesa. E aqueles que buscam a liberdade, trago notícias: liberte-se de suas vontades, o egoísta vive só. Amor próprio não pode ser desculpa para o isolamento, solidão só quer um pouco de espaço. Liberdade verdadeira só se pode encontrar quando a alma sente paz. Cante aos ventos, cante. Rogue pela vida, ela está tão linda.”— Leonardo Martins.
“Chegamos a um estado crítico da sociedade: o ponto em que é perigoso ser inteiro. Uma vez que, o raso predomina e o complexo é descartado e tido como estranho. Triste fim para aqueles que “sentem” muito.”— Oratório de Um Poeta.
“Bem no fundo, os jovens são mais solitários que os adultos.”
- Autor Desconhecido. (Luanossa)
“Foi um passarinho que me contou que não vale a pena desistir dos sonhos, nem esconder sentimentos. Que não é bom voar sozinho, e que todo mundo quer formar um ninho.”
- Desconhecido.
A gente pode estar sozinha mesmo quando é amada por muitas pessoas, quando não é o “único amor” de ninguém.
- O diário de Anne Frank. (luanossa)
cativou meu peito, que recusava afeto de todos os lados
mas que, por coincidência ou destino, aceitou o teu
moça,
sobre lugares e pessoas:
se não puder ser você mesma
vá embora.
“Eu sei que sou pesada, triste, dramática, neurótica, louca, insatisfeita, mimada, carente. Mas você se esqueceu da minha maior qualidade: eu sou só.”— Tati Bernardi



